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O dia em que o Bozo foi a pessoa mais sensata em um programa com Sérgio Mallandro e João Gordo


João Gordo está lançando uma biografia chamada Viva La Vida Tosca.
O livro sai pela Darkside Books, foi escrito junto com André Barcinski e recentemente teve uma de suas passagens sobre Kurt Cobain e as drogas revelada para o público.
Em nova entrevista de Gordo para O Globo, o vocalista do Ratos de Porão fala sobre passagens do livro e sobre a imagem que as pessoas têm dele em contraste com o modo como ele realmente vive:
"Eu sou uma pessoa normal, véio! As pessoas me veem como esse freak desmiolado, mas eu sou muito mais íntegro e sensível que um monte desses crentes que tem por aí. Eu, com todos os meus capetas, as minhas caveiras e os meus ódios, sou pai de dois filhos, um ser humano mais bondoso do que muitos. Cresci sem enganar ninguém, só dando a minha cara a tapa — defende-se, por telefone, de São Paulo, um João bem mais centrado do que o (auto)retratado nas páginas do livro. — Hoje as pessoas me cobram adolescência, mas se esquecem de que eu sou um senhor de 52 anos que paga imposto e conta, que tem filho na escola."
Ele também voltou a falar sobre o Ratos de Porão e sobre como as oportunidades aparecem lá fora, mas aqui no Brasil a situação é inversa:
"O prazer de estar em cima de um palco, mandando uma brasa naquela velocidade, com aquela ira toda, é mais forte do que qualquer droga — atesta João. — Financeiramente, não compensa muito, mas é um massageador de ego gigante. Neste ano a gente foi convidado para tocar no Hell Fest, que é o maior festival de heavy metal do mundo [acontece na França]. Tocamos para mais de 40 mil pessoas, no dia do Slayer e do Black Sabbath. Mas no Brasil a gente nunca é convidado para nada. Aqui, se eu quisesse ficar rico, ia ter que fazer funk ou forró."
Sérgio Mallandro, Bozo e João Gordo

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